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Mostrando postagens com marcador preço da gasolina. Mostrar todas as postagens
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Postos devem exibir preço de combustível com duas casas decimais

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7.5.22



Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil
A partir de hoje (7) os postos de combustíveis só poderão exibir o preço dos combustíveis com duas casas decimais, e não mais com três, como ocorria até então.
A mudança foi determinada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), por meio da Resolução nº 858/2021, publicada em novembro do ano passado.
De acordo com a ANP, o objetivo da mudança “é deixar o preço do combustível mais preciso e claro para o consumidor, além de estar alinhado com a expressão numérica da moeda brasileira”.
Segundo a agência, os preços deverão ser exibidos com duas casas decimais tanto no painel de preços quanto nos visores das bombas abastecedoras.
A ANP informa, no entanto, que, nas bombas, o terceiro dígito poderá ser mantido, desde que marcando zero e travado no momento do abastecimento. “Dessa forma, os postos não precisarão trocar os módulos das bombas, o que poderia acarretar custos aos agentes econômicos”, justificou a agência.
Na avaliação da agência, a mudança não implicará no valor final dos preços dos combustíveis, uma vez que a norma não trará “custos relevantes aos revendedores e nem restrições aos preços praticados”.

Diário de PE

Caminhoneiros convocam protesto contra aumento do combustível

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10.3.22


A alta de 25% no diesel causou indignação entre os caminhoneiros. Mas, desta vez, eles não querem brigar sozinhos para a redução dos custos. O presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, o Chorão, afirma que essa não é uma pauta só dos caminhoneiros, mas de toda sociedade. "Como ocorreu em 2013, com as passagens de ônibus, chegou a hora de toda população protestar, pois isso vai acabar no bolso de todo consumidor."

Ele explica que se os aumentos forem repassados para o frete, todos os produtos vão encarecer nos supermercados, lojas e shoppings. Questionado sobre uma paralisação apenas dos caminhoneiros, ele diz que isso pode ocorrer de uma forma natural, mas não orquestrada. Ou seja, com o aumentos dos custos, muitas viagens pode ser tornar inviável economicamente. Ninguém vai trabalhar no prejuízo, diz ele.
"No segmento de transportes, o que sustenta um caminhão é o petróleo. Além do diesel, temos o pneu, lubrificantes, filtros (tudo vai ter reajuste). Como o motorista vai sobreviver." Chorão não acredita que as medidas que estão sendo propostas pelo governo serão suficientes para reverter a situação. "É tapar o sol com a peneira. É apenas um paliativo."

Ele defende que se coloque um fim ao preço de paridade de importação (PPI) adotado pela Petrobras e das privatizações das refinarias. "O que temos de ter em mente é que não parou por ai. Daqui a pouco vem mais 11% de reajuste."

Ontem, após 57 dias, a Petrobras anunciou aumento de 25% do diesel e de 19%, da gasolina. Com a escalada dos preços do petróleo por causa da guerra entre Rússia e Ucrânia, a estatal não conseguiu segurar os reajustes. Ainda assim, o preço no mercado interno está abaixo do avanço da commodity no mercado internacional.

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