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AMAZÔNIA :Chile enviará quatro aviões-tanque para combater incêndios no Brasil

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1.9.19


Por: AFP - Agence France-Presse
O Chile enviará quatro aviões-tanque para combater os incêndios na Amazônia com o financiamento disponibilizado pelos países do G-7, informou nesta sexta-feira o presidente Sebastián Piñera.

O presidente chileno, que assumiu a coordenação da ajuda do G-7 para combater os incêndios na Amazônia, explicou que já manteve contato com os governos de Brasil, Paraguai, Peru, Colômbia e Bolívia "para conhecer suas necessidades e coordenar esta ajuda".

"O Chile já está colaborando com um avião AT8, que é o Air Truck 8, capaz de levar 3 mil litros em cada voo (enviado esta semana ao Paraguai). E em breve enviaremos quatro aviões equivalentes ao Brasil. Também oferecemos ajuda à Bolívia", revelou Piñera.

"Tudo isto será feito com o financiamento dos países do G-7 (Estados Unidos, Grã-Bretanha, Japão, Itália, Alemanha, França e Canadá), mas quero dizer de forma muito clara, sem descuidar de nossas próprias necessidades em matéria de combate aos incêndios florestais".


HAJA CORAÇÃO!!!! Com sofrimento e nos pênaltis, Brasil está nas quartas

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28.6.14

Júlio César defende duas cobranças e Brasil passa pelo Chile nos pênaltis

Marina Padilha
Do NE10

Foto: AFP

Foi uma vitória sofrida. Marcada pelo domínio dos chilenos, muitas faltas e erros de arbitragem. Mas foi também a consagração do Camisa 1 da Seleção Brasileira. Durante o tempo regulamentar e a prorrogação, Júlio César fez belíssimas defesas. Na cobrança de pênaltis, fez ainda mais. Com o placar de 1x1 no tempo regulamentar e de 3x2 nos pênaltis, o Brasil se classificou para as quartas de final e joga contra Uruguai ou Colômbia na próxima sexta (4), às 17h, na Arena Castelão, em Fortaleza.

JOGO - Foi um primeiro tempo pegado. Prova disso é o número de faltas: 23 no total, sendo 14 do Brasil e 9 do Chile. Quem mais sofreu com a marcação, como já esperado, foi Neymar. Tanto que já aos três minutos o atacante foi calçado pelo zagueiro Mena e passou cerca de cinco minutos fora de campo, recebendo atendimento e reclamando de dores no joelho. Para alívio da torcida brasileira, esclarecida de que sem Neymar o time desandaria, o craque logo voltou a campo.

Considerando o duelo contra o Brasil um clássico, o técnico Sampaoli resolveu fechar a marcação com três zagueiros, além de Díaz e Aranguiz no meio-campo. À procura de espaço para atacar, os brasileiros precisavam investir nas jogadas aéreas, visto que a zaga do Chile é a mais baixa de todas as outras equipes deste Mundial.

E foi assim que o Brasil abriu o placar, aos 18 minutos. Após cobrança de escanteio pela esquerda, Thiago Silva desviou para dentro da área e, a princípio, acreditava-se que David Luiz tinha marcado seu primeiro gol pela Seleção. Mas foi com um toque do zagueiro Jara que a bola entrou.

Em desvantagem, o Chile continuou a marcar a saída de bola do Brasil e, aos 31 minutos, Hulk errou a devolução do passe ao lateral Luiz Gustavo e Sánchez pegou a bola. O atacante adiantou e mandou no canto direito de Júlio César.

Depois do empate, os brasileiros recuaram. Os chilenos, que já pareciam desacreditados na vitória, continuaram dominando a posse de bola, mas sem finalizações de perigo até o fim do primeiro tempo.

Na segunda etapa, mesmo com o embalo da torcida, o Brasil voltou mal. O time mostrava, mais uma vez, a falta de harmonia em campo e a dependência de Neymar que, muito marcado, pouco podia fazer. Aos 9 minutos, a seleção canarinho ainda chegou a comemorar um gol de Hulk, mas o árbitro anulou, alegando que o jogador tinha dominado a bola com a mão.

Dez minutos depois, Júlio César brilhou com uma bela defesa que quase deu uma virada no placar. Aránguiz, livre dentro da área, recebeu pela direita e mandou rasteiro, mas o goleiro estava bem posicionado.

Para o Chile, era uma grande partida. Sendo o único erro da defesa o gol do Brasil, os zagueiros tinham um desempenho eficaz, anulando Hulk no segundo tempo e marcando Neymar. Mais à frente, Sánchez e Vidal davam trabalho aos brasileiros.

Com uma péssima atuação no segundo tempo e minutos de sufoco na etapa final, o Brasil, quase que por milagre, conseguiu segurar o empate e levar o jogo à prorrogação. Era esperado que Felipão fizesse alguma mudança que influenciasse no meio-campo, anulado pela marcação chilena e por uma atuação apagada de Oscar.

Nos primeiros quinze minutos da prorrogação, o jogo parecia mais equilibrado. O Brasil chegava mais ao ataque e o Chile parecia deixar o tempo passar, esperando apenas uma oportunidade para contra-atacar.

Depois, La Roja preferiu ganhar tempo. A cada cinco minutos um chileno caía em campo alegando dores ou cansaço físico. Os brasileiros iam levando o jogo à base do nervosismo, insistindo nas finalizações e sofrendo com cada um dos poucos chutes a gol que os chilenos arriscavam. Um deles foi aos 14 minutos, quando Pinilla carimbou a trave de Júlio César, mas o jogo terminou mesmo no 1x1.

Antes da cobrança de pênaltis, Júlio César se emocionou em campo e foi consolado pelos demais jogadores. No gol, as duas defesas que garantiram o Brasil nas quartas de final: as cobranças de Pinilla e Sánchez, dois dos jogadores mais perigosos do Chile. Para o Brasil, David Luiz, Marcelo, Neymar marcaram.



FICHA TÉCNICA

BRASIL 1 (3) x (2) 1 CHILE

BRASIL - Julio Cesar; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Fernandinho (Ramires) e Oscar (Willian); Neymar, Hulk e Fred (Jô). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

CHILE - Bravo; Francisco Silva, Medel (Rojas) e Jara; Isla, Díaz, Aránguiz, Vidal (Pinilla) e Mena; Sánchez e Vargas (Gutiérrez). Técnico: Jorge Sampaoli.

GOLS - David Luiz, aos 17, e Sánchez, aos 31 minutos do primeiro tempo.

CARTÕES AMARELOS - Jô, Luiz Gustavo e Hulk (Brasil); Mena, Pinilla e Francisco Silva (Chile).

ÁRBITRO - Howard Webb (Fifa/Inglaterra).

RENDA - Não disponível.

PÚBLICO - 57.714 pessoas.

PÚBLICO - Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte (MG).


Blog Casinhas Agreste 
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Espanha perde para o Chile por 2x0 e dá adeus ao sonho do bi

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18.6.14


Da Agência Estado

O goleiro Casillas voltou a falhar na Copa do Mundo. Foto: AFP

A Espanha definitivamente não tem boa relação com o Maracanã. Há um ano, a seleção campeã mundial perdeu para o Brasil por 3 a 0 na final da Copa das Confederações. Nesta quarta-feira, o time de Vicente Del Bosque foi eliminado precocemente da Copa do Mundo pelo Chile ao perder por 2 a 0, sofrendo o seu 'Maracanazo'.

Com o resultado, o Chile garantiu a sua classificação antecipada e também a da Holanda, que havia vencido a Austrália por 3 a 2, pelo Grupo B. Os dois definem em duelo, na segunda-feira, no Itaquerão, o primeiro lugar da chave. A Holanda joga pelo empate

A equipe de Del Bosque, que se juntou a Itália (1950), Brasil (1966), França (2002) e Itália (2010) ao sair na primeira fase, é a primeira campeã mundial na história a ser eliminada nos dois primeiros jogos da competição. Apenas a campeã mundial Itália, em 1950, também no Brasil, jogou sua última partida na fase de grupos já eliminada.

Na ocasião, os italianos perderam da Suécia na estreia e viram os suecos empatarem com o Paraguai na segunda rodada. Como era um grupo de apenas três equipes, quando a Itália, campeã mundial em 1934 e 1938, encarou o Paraguai no último duelo da chave, a equipe europeia já estava eliminada. Mas desde que a Copa começou com grupos de quatro times, a Espanha é a primeira a ser eliminada nas duas primeiras partidas.

O JOGO - Com a torcida chilena entoando o hino chileno a capela, a partida começou com os jogadores sul-americanos emocionados com a demonstração vinda das arquibancadas do Maracanã, como já tinha acontecido em Cuiabá, na estreia vitoriosa contra a Austrália. E o time correspondeu, com dois lances de perigo contra a Espanha. Em jogada rápida pela esquerda com Mena, Vargas demorou para concluir e Javi Martínez, que entrava no lugar de Piqué, tirou para escanteio. Na cobrança, Jara cabeceou e a bola passou raspando a trave de Casillas.

Apesar da pressão inicial, a Espanha conseguiu equilibrar o duelo e, aos 15, o time de Del Bosque quase abriu o marcador. Diego Costa recebeu na entrada da área, chutou cruzado e, na sobra, Iniesta tocou para Xabi Alonso, que carimbou o goleiro Bravo, saindo de forma arrojada. Na sobra, o juiz apitou impedimento do meia espanhol.

Mas aos 19, o Chile fez o Maracanã explodir com uma jogada bem trabalhada, desde a recuperação de bola com Alexis Sánchez até a conclusão final de Vargas. Sánchez ligou rápido o ataque com Aranguiz, que se livrou da marcação da zaga. O meia foi rápido demais e tocou entre as pernas de Sérgio Ramos para encontrar Vargas livre na área. O atacante driblou Casillas, o que está virando um hábito nesta Copa, e completou para o gol vazio.

A vantagem deixou a Espanha ainda mais pressionada, já que o resultado eliminava a atual campeã do mundo. Aos 26, a Espanha quase empatou em jogada rápida pelo lado esquerdo. Jordi Alba levantou na área e Diego Costa chutou na rede, mas pelo lado de fora.

O confronto ganhava ares de drama quando o time espanhol não conseguia imprimir um ritmo mais rápido à partida e via o Chile marcar bem todas as tentativas de ataque. E o sinal de que os chilenos dominavam a partida veio aos 43 minutos, quando em falta bem cobrada por Sánchez, Casillas rebateu errado para o meio da área. No rebote, Aranguiz de 'bico' ampliou para os chilenos. O 'Maracanazo' espanhol estava bem próximo.

Na volta do intervalo, a equipe chilena manteve a mesma intensidade na marcação e na saída de bola, o que faltava aos espanhóis, que vieram para a etapa complementar com Koke, do Atlético de Madrid, no lugar de um apagado Xabi Alonso.

Na primeira oportunidade do segundo tempo, Diego Costa recebeu passe perfeito de Iniesta, mas não conseguiu concluir antes da chegada vital de Isla. Aos 10, numa jogada 'surreal', Busquets perdeu o gol mais feito da partida. Em sobra de cobrança de falta de Sérgio Ramos, Diego Costa conseguiu uma bicicleta para dentro da pequena área. Com Bravo fora da jogada, Busquets foi com o pé mole e mandou para fora, com o gol aberto à sua frente

Aos 17, a torcida chilena, presente am grande número no Maracanã, chegou a cantar 'olé' no toque de bola da equipe sul-americana, que fazia a Espanha provar de seu próprio veneno. Logo depois, aos 23, Isla quase marcou o terceiro ao completar para fora cruzamento de Mena.

Aos 34, a Espanha ainda tentava marcar com Cazorla, que chutou firme para boa defesa de Bravo. Em outra participação espetacular do goleiro chileno, aos 38, a Espanha quase marca com Iniesta, que chutou bem para excelente defesa de Bravo.

Com uma grande atuação de Bravo, o Chile soube controlar a bola e mandou a atual campeã do mundo para casa mais cedo. Agora, o Chile encara a Holanda brigando pela liderança no Itaquerão, segunda-feira, às 13 horas, e a Espanha cumpre tabela contra a Austrália, também na segunda, no mesmo horário, na Arena da Baixada, em Curitiba.

FICHA TÉCNICA

ESPANHA 0 x 2 CHILE

ESPANHA - Casillas; Azpilicueta, Javi Martínez, Sérgio Ramos e Jordi Alba; Busquets, Xabi Alonso (Koke) e Iniesta; Pedro (Cazorla), Diego Costa (Fernando Torres) e Davi Silva. Técnico: Vicente Del Bosque.

CHILE - Bravo; Jara, Medel e Francisco Silva; Isla, Vidal (Carmona), Díaz, Mena e Aranguiz (Gutiérrez); Vargas (Valdivia) e Sánchez. Técnico: Jorge Sampaoli.

GOLS - Vargas, aos 19, e Aranguiz, aos 43 minutos do primeiro tempo.

CARTÕES AMARELOS - Xabi Alonso (Espanha); Vidal e Mena (Chile).

ÁRBITRO - Mark Geiger (Fifa/Estados Unidos).

RENDA - Não disponível.

PÚBLICO - 74.101 pessoas.

LOCAL - Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).

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