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Mostrando postagens com marcador médica. Mostrar todas as postagens
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Acidente tira a vida de uma médica na BR-232 em Moreno, PE

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22.3.23


Uma médica morreu em um acidente, por volta das 8h desta terça-feira (21), no Km 33 da BR-232 em Moreno, no Grande Recife, no sentido interior. Ela era passageira do carro.

De acordo com a PRF, estava chovendo quando o motorista do veículo perdeu o controle do carro, que saiu da pista e colidiu em uma árvore.

O motorista ficou ferido e foi encaminhado pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital da Restauração, no Derby, área central do Recife.

A mulher, que tinha 58 anos, foi identificada como Rita de Cássia Santa Cruz. Ela era pneumologista e trabalhava no Hospital João Murilo, gerido pela prefeitura de Vitória de Santo Antão.

O motorista foi retirado das ferragens pelo Corpo de Bombeiros e quebrou as pernas no acidente. Ele foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o homem, que tem 28 anos, dirigia o carro. O nome dele é Raul Batista. Ele teve politraumatismo e foi encaminhado para o Hospital da Restauração (HR), localizado no bairro do Derby, na área central do Recife. Não há confirmação do quadro clínico do paciente.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o Instituto de Criminalística e o Instituto de Medicina Legal (IML) foram acionados e enviaram equipes ao local do acidente.

Médica é presa suspeita de mandar matar oficial de justiça na Tamarineira, no Recife

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16.9.22


Crime aconteceu no início do mês; suspeita seria ex-esposa da vítima
Por Portal Folha de Pernambuco
Imagens do carro após o crime mostram o vidro traseiro do carro com diversas marcas de tiro - Foto: Reprodução/WhatsApp

Uma médica foi presa na tarde desta sexta-feira (16), suspeita de ser a mandante do crime que matou o oficial de justiça Jorge Eduardo Lopes Borges, no início deste mês de setembro, no Recife. O assassinato aconteceu na Estrada do Arraial, no bairro da Tamarineira, na Zona Norte da capital pernambucana

Apesar de ainda não ter sido oficialmente identificada, a suspeita seria ex-esposa do servidor. Rumores indicam que os dois tiveram uma briga judicial após a separação.
Na noite desta sexta, a médica presta depoimento na Departamento de Homicidios e Proteção a Pessoa, no Cordeiro, Zona Oeste do Recife.

O crime
Segundo informações iniciais da Polícia Civil de Pernambuco, o homem transitava na Estrada do Arraial, quando um desconhecido em uma motocicleta se aproximou e realizou os disparos. O autor fugiu. 
Jorge Eduardo Lopes Borges morreu dois dias após dar entrada no Hospital da Unimed no Recife. Ele teve a morte cerebral confirmada pela equipe médica.

Mais informações em instantes. 

Ludhmila Hajjar rejeita convite para Ministério da Saúde. Bolsonaro cogita outros nomes

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15.3.21


'Não houve convergência técnica entre nós', diz médica que rejeitou convite de Bolsonaro para assumir Ministério da Saúde
Ludhmila Hajjar era a mais cotada para assumir a pasta no lugar de Eduardo Pazuello. Em entrevista à GloboNews, ela defendeu medidas de isolamento com respaldo técnico e negociação para compra de mais vacinas.
A médica Ludhmila Hajjar disse nesta segunda-feira (15) que não aceitou substituir Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde porque não havia "convergência técnica" entre ela e o governo. Em entrevista à GloboNews, Ludhmila defendeu medidas de isolamento social para reduzir a mortalidade e prioridade à negociação de vacinas.
"Cenário no Brasil é bastante sombrio. O Brasil vai chegar em 500 mil, 600 mil mortes", afirmou ela, ao comentar o atual momento da pandemia.
Segundo a médica, o que o governo esperava não se encaixa no seu perfil. "A minha qualificação, os meus planos e meus objetivos seguem uma linha, que eu acho que é distinta do governo atual. Então, só me cabe respeitar e agradecer a oportunidade." Ludhmila disse que a preocupação do governo é com a economia e os impactos sociais, mas ela apresentou outras ideias para enfrentar a pandemia.

"Penso pra isso neste momento, para reduzir as mortes, tem que reduzir a circulação das pessoas, de maneira técnica e respaldada por dados científicos. E um Ministério da Saúde forte pode dar esse respaldo que os governos estaduais precisam, esse apoio e essa união. Penso e considero ser emergencial a abertura de leitos com capacitação estrutural e humana."
A médica também defendeu que o Ministério da Saúde se preocupe em orientar equipes médicas sobre a melhor forma de atender pacientes com Covid-19, criando uma referência nacional de protocolo (veja o vídeo abaixo). "Não dá para esperar dezembro a população ser vacinada."

"O Brasil precisa de protocolos, e isso é pra ontem. (...) Nós estamos discutindo azitromicina, ivermectina, cloroquina. É coisa do passado. A ciência já deu essa resposta. Cadê um protocolo de tratamento? (...) Perdeu-se muito tempo na discussão de medicamentos que não funcionam."
Ela mencionou a importância de discutir o momento certo de internar ou entubar pacientes, além do uso de medicamentos como corticoides ou anticoagulantes. Para ela, grupos de especialistas e sociedades médicas deveriam estar dentro do Ministério da Saúde para elaborar recomendações.
O nome da médica encontrava respaldo entre parlamentares e integrantes do Supremo Tribunal Federal. No domingo, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), Lira disse numa rede social que o enfrentamento da pandemia “exige competência técnica” e “capacidade de diálogo político” e que enxerga essas qualidades em Ludhmila.
"É um desejo meu que quem vá substituir o Pazuello tenha autonomia. Depende uma mudança do governo, do que pensa sobre a pandemia."
Ataques
Após a revelação pelo blog da Andréia Sadi de que ela era a principal cotada para assumir o Ministério da Saúde no lugar de Eduardo Pazuello, a médica passou a ser alvo de ataques das redes bolsonaristas. Em entrevista, ela disse que recebeu ameaças e que tentaram entrar em seu hotel.

"Nestas 24 horas houve uma série de ataques à minha pessoa, à minha reputação. (...) Estou num hotel em Brasília, e houve três tentativas de entrar no hotel. Pessoas que diziam que estavam com o número do quarto e que eu estava esperando-os. Diziam que eram pessoas que faziam parte da minha equipe médica. Se não fossem os seguranças do hotel, não sei o que seria..."
Ludhmilla Hajjar comenta ataques que recebeu
Ludhmilla Hajjar comenta ataques que recebeu

Ludhmila, que se encontrou com Bolsonaro no domingo (14) em Brasília, voltará ainda nesta segunda para São Paulo, onde ela é supervisora da área de Cardio-Oncologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora de cardiologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.

Vacinas
Ludhmila Hajjar comenta pontos cruciais da condução na pandemia "resgatar o tempo perdido na aquisição das vacinas"
Ludhmila Hajjar comenta pontos cruciais da condução na pandemia "resgatar o tempo perdido na aquisição das vacinas"


Ainda na entrevista, a médica defendeu uma união em busca de vacinas para o país.

"Não podemos perder tempo com as vacinas. Nós já perdemos muito tempo. Tem que ser um esforço nacional, com melhora da articulação nacional. O Brasil tem que falar com a OMS, tem que falar com o mundo todo, tem que pedir ajuda e tem que ser ágil na aquisição de vacinas. A gente esperar que a população seja vacinada até dezembro, a gente vai perder muitas vidas."
Para ela, houve falta de negociação de doses com os fabricantes, "por subestimar a gravidade da pandemia".

Outros cotados
O governo cogita outros nomes para o cargo de Pazuello, como o médico Marcelo Queiroga. Ele já foi indicado para a presidência da Agência Nacional de Saúde Suplementar e aguarda a sabatina pelo Senado. Nesta segunda, o médico se reúne com Bolsonaro. Além disso, integrantes do governo acreditam que a saída do ministro pode desacelerar a investigação contra ele por suposta omissão na crise sanitária no Amazonas, onde a falta de oxigênio levou à morte de dezenas de pacientes no início do ano.

Essa avaliação também é compartilhada por ministros do STF, onde tramita a apuração. Mesmo a decisão do relator do inquérito, Ricardo Lewandowski, de enviar o processo para a 1ª instância por conta da saída de Pazuello do ministério pode demorar, aposta o Planalto.

Médica paraibana morre vítima de Covid-19

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22.2.21


Morre a médica Eva Riama Torres, vítima de complicações da Covid-19
O Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) emitiu uma nota e externou o profundo pesar pelo falecimento da médica.
A médica Eva Riama Torres de Andrade, especialista em Clínica Médica e Radiologia, morreu, na tarde desta segunda-feira (22),  vítima de complicações da Covid-19. Ela trabalhava no município de Patos, no Sertão da Paraíba, e teria sido acometida pelo coronavírus no mês passado. 

A profissional de saúde estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Clínica Santa Clara, que fica no município de Campina Grande, no Agreste paraibano. Inicialmente chegou a ser internada em um hospital de Patos, mas foi transferida para a Rainha da Borborema. 

O Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) emitiu uma nota e externou o profundo pesar pelo falecimento da médica. "Dra Eva trabalhava na cidade de Patos, no Sertão paraibano, e era especialista em clínica médica e radiologia. Neste momento de tristeza, o CRM-PB presta solidariedade e condolências aos familiares e amigos", consta na nota que o ClickPB teve acesso.

PARAÍBA:Médica Ana Lúcia Cantalice morre em João Pessoa após contrair Covid-19

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23.7.20

Médica era pediatra neonatologista no Isea e na Fundação Assistencial da Paraíba, em Campina Grande.
G1 PB
Médica Ana Lúcia Cantalice morre devido ao coronavírus, em João Pessoa — Foto: Divulgação/Prefeitura de Campina Grande
A médica Ana Lúcia Cantalice morreu nesta quinta-feira (23), após contrair Covid-19, em João Pessoa, de acordo com a prefeitura de Campina Grande. A pediatra neonatologista era servidora do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea) e também atuava na Fundação Assistencial da Paraíba (FAP).
De acordo com a prefeitura de Campina Grande, Ana Lúcia morreu por complicações em função da Covid-19 em João Pessoa. O prefeito Romero Rodrigues lamentou a perda "profissional exemplar e querida pelos companheiros da categoria":
"Dra. Ana era uma militante das boas causas na área de Saúde atuante e se desdobrava em cuidados especiais a seus pequenos pacientes" disse o prefeito.
Uma homenagem à Ana acontece nesta quinta-feira (23), no Isea. Além da prefeitura de Campina Grande, Conselho Regional de Medicina da Paraíba e o Sindicato dos Médicos do estado também lamentaram a perda da profissional de saúde

Médica que atuava no combate à pandemia morre com Covid-19 no Recife

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1.5.20

Segundo Conselho de Medicina, foi a primeira da categoria vítima da doença no estado. Rosa Papaléo era uma das pioneiras na especialidade de tratamento de dor em PE.
 G1 PE
A médica Rosa Maria Papaléo morreu no Recife com coronavírus — Foto: Reprodução/WhatsApp

Uma médica que atuava no combate à pandemia do novo coronavírus morreu no Recife, vítima da doença Covid-19, de acordo com o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). Ela foi a primeira profissional da categoria a morrer com o vírus, apontou o conselho. Rosa Maria Papaléo era anestesiologista e acupunturista, atuava há 32 anos na profissão e era uma das pioneiras no segmento de tratamento de dores no estado.o
A profissional morreu na quinta-feira (30), no Hospital São Marcos, no Centro da cidade. O G1 entrou em contato com a Secretaria Estadual de Saúde para confirmar o exame positivo para Covid-19 da médica, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.
Segundo o Cremepe, que lamentou a perda em nota, ela era tida como "desbravadora" no tratamento de dores, sendo, inclusive, ao longo de sua carreira, secretária na Sociedade de Dor de Pernambuco e especialista em termografia, técnica de registro das temperaturas de diversos pontos do corpo, pela Associação Brasileira de Termologia.
Rosa Maria Papaléo era formada pela Universidade de Pernambuco (UPE), tinha especialização em medicina do trabalho e acupuntura com curso realizado na China.
"Reconhecida pelos colegas e amigos médicos como uma mulher doce, empática, amiga e muito trabalhadora, Rosa trabalhou nos hospitais São Marcos, Oswaldo Cruz (Huoc) [hospital de referência para Covid-19], Real Hospital Português e na rede Unimed Recife", disse o Cremepe, por meio de nota.

Colega de trabalho e amigo da médica, o anestesiologista José Barbosa Júnior chamava Rosa de "mama". Segundo ele, ela deixa um rico legado na anestesiologia. Ela, que dava plantões em hospitais particulares, foi internada com sintomas da Covid-19 no dia 19 de abril.

"Ela foi uma das pioneiras no tratamento da dor, que hoje é uma especialidade médica, mas antes não era. Quando se começou a falar em dor, mais de 20 anos atrás, ela foi uma das pessoas que começaram um movimento dessa especialidade aqui no Recife", disse o médico.


Ainda segundo José Barbosa Júnior, a médica fazia parte do grupo de risco para agravamento da Covid-19 por múltiplos fatores, mas, mesmo assim, se recusou a deixar o trabalho.

"Ela tinha seus 65 anos, era hipertensa, diabética e tinha obesidade mórbida. Alguns profissionais optaram por se afastar, mas ela foi uma das que decidiram ficar [trabalhando]. Continuou dando os plantões dela, então, terminava se expondo, mesmo com os equipamentos de proteção. Ela era muito carinhosa, muito gentil, muito acolhedora. As pessoas gostavam muito dela", afirmou.


Na segunda-feira (27), o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, disse que, até então, 10 profissionais de saúde tinham morrido, mas que não necessariamente todos trabalhavam no enfrentamento da pandemia. Eram quatro enfermeiros, um auxiliar de enfermagem, duas técnicas em enfermagem, um técnico de laboratório, um dentista e um condutor de ambulância.

Ainda segundo o anestesiologista, a médica perdeu a mãe poucos dias antes de morrer, e, na UTI, sequer ficou sabendo da morte. Ela não era casada e não teve filhos.

"A mãe dela teve um acidente vascular cerebral há alguns anos e morava com ela. Ela morreu no dia em que Rosa foi internada na UTI, que nem soube do falecimento [da mãe]. Achamos que também foi por Covid-19, porque a irmã dela também está com a doença", declarou.

Coronavírus em Pernambuco
Na quinta-feira (30), foi registrado o maior número de casos confirmados em um único dia, desde o começo da pandemia, pela Secretaria Estadual de Saúde: 682, o que elevou para 6.876 pacientes com o novo coronavírus no estado. Também foram registradas mais 27 óbitos por Covid-19 e o estado chegou a 565 mortos.

Conselho de Medicina suspende exercício profissional de médica que associou soro de imunidade ao coronavírus

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15.4.20


Isabella Abdalla foi alvo de sindicância do Cremesp e inquérito do Ministério Público, com quem firmou acordo para pagar R$ 18 mil. Defesa recorreu e afirmou que decisão do conselho é ilegal.
Por G1 Ribeirão Preto e Franca

Cremesp suspende exercício profissional de médica que relacionou soro ao coronavírus
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) interditou o exercício profissional da médica Isabella Abdalla, investigada após relacionar um soro de imunidade que aplicava em pacientes em Ribeirão Preto (SP) ao novo coronavírus. A defesa da médica afirmou que entrou com mandado de segurança nesta terça-feira (14) por acreditar que a decisão é ilegal.

O caso ganhou repercussão nas redes sociais a partir de vídeos gravados pela médica, que possui pós-graduação em nutrologia, mostrar gestantes recebendo o soro de imunidade e ela dizendo, em seguida, 'ficar imune do corona'.

O Cremesp iniciou uma investigação contra a médica em 16 de abril. O Ministério Público (MP) também apurou se ela promoveu propaganda enganosa ao anunciar o soro da imunidade, composto de vitaminas e produtos antioxidantes.

Na notificação da interdição cautelar, o Cremesp afirma que a decisão, tomada em plenária no dia 2 de abril, é preventiva para evitar prejuízos à população. A notificação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na segunda-feira (13).

O G1 questionou o conselho sobre as penas caso a médica seja flagrada em exercício da profissão, mas não houve resposta até esta publicação.

A médica já havia assinado um acordo com o MP em que se comprometeu a pagar uma indenização de R$ 18 mil e a não anunciar ou vender qualquer produto sem comprovação científica ou que desrespeite as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e dos conselhos federal e regional de medicina.

A defesa
Em nota, o advogado Ricardo Palova avaliou que a decisão do Crempes é ilegal e desproporcional e diz que a médica jamais prometeu qualquer tratamento para prevenir ou tratar o coronavírus, “mas, sim, divulgou um tratamento para melhora da imunidade”.

“A decisão proferida pelo Cremesp foi realizada de forma apressada e sem qualquer justificativa plausível. Diante disso, impetramos na data de hoje Mandado de Segurança questionando a total ausência de fundamento da medida adotada, bem como apresentamos Recurso ao Conselho Federal de Medicina”.

Segundo Palova, não existe qualquer reclamação ou queixa de pacientes com relação aos tratamentos realizados pela médica.

Médica de 60 anos morre por coronavírus em João Pessoa, diz SES

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14.4.20

Diagnóstico foi feito por meio de um teste rápido. Paciente ficou 10 dias internada em um hospital particular da capital.
G1 PB
16 mortes de coronavírus são confirmadas na Paraíba


Uma médica de 60 anos morreu nesta segunda-feira (13), em João Pessoa, após ser diagnosticada com Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Maria de Fátima Castelo Branco estava internada em um hospital particular da capital desde o último dia 3 abril. O diagnóstico de Covid-19 foi feito por meio de um teste rápido. Um outro resultado do exame laboratorial, analisado no Lacen-PB, ainda deve ser divulgado.

De acordo com informações da SES à TV Paraíba, a médica não atuava na linha de frente no combate ao novo coronavírus.

Médica contrária ao isolamento social morre vítima de coronavírus. Ela ainda participou de uma carreata contra isolamento social

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11.4.20


Do Jornal do Comércio

No Ceará, médica contrária ao isolamento social morre vítima de coronavírus
Lúcia Dantas Abrantes, de 66 anos, teria contraído o vírus em uma carreata em favor da reabertura do comércio, em Fortaleza
A profissional de saúde de 66 anos, antes de ser diagnosticada participou de uma carreata contra o isolamento social 
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Iguatu, no Cerá, a médica Lúcia Dantas Abrantes, de 66 anos, faleceu na tarde da última sexta-feira (10) vítima do novo coronavírus. A profissional de saúde já havia se manifestado contra às medidas de isolamento social.
A médica, que participou de uma carreata contra o isolamento social em Fortaleza, começou a apresentar sintomas da covid-19 ao retornar para Iguatu, cidade em que residia. Lúcia realizou o teste para a doença e testou positivo, chegou a ficar internada por mais de dez dias em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e nesta semana teve seu estado de saúde agravado. Ela foi entubada e acabou não resistindo à infecção pulmonar.

Em suas redes sociais, a médica subestimava o coronavírus. Em publicações, Lúcia comentou: “Existem vírus muito mais potentes e que matam muito mais (H1N1 por exemplo) e ninguém está nem aí para eles. Por que será?”. Após sua morte, todas as publicações relacionadas à doença foram apagadas. 


Coronavírus: "Pernambuco tem que parar; tem que fechar tudo mesmo", alerta médica epidemiologista

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21.3.20

Pesquisadora Ana Maria de Brito, da Fiocruz Pernambuco, é entrevistada por Cinthya Leite sobre o novo coronavírus e traça um panorama profundo de uma pandemia sem precedentes na história da humanidade

Médica epidemiologista, a pesquisadora Ana Maria de Brito, da Fiocruz Pernambuco, 66 anos, já trabalhou no enfrentamento de diversas epidemias ao longo de 42 anos de profissão. Sobre a pandemia do novo coronavírus, ela conversou com a jornalista Cinthya Leite, titular desta coluna, e explicou por que a população precisa respeitar as orientações de isolamento social. “Nós temos que parar de circular”, destaca Ana Brito, que também chama a atenção para a importância de se criar um sistema de proteção social. “O grupo que será mais afetado por esta doença é o mais pobre, que continua exposto”, frisa a médica, que tem pós-doutorado em Epidemiologia pela Universidade de Berkeley, na Califórnia (EUA). 


JC – Como a sua experiência acumulada, como médica epidemiologista e cientista social, ajuda a analisar a escalada do coronavírus no mundo e no Brasil?

ANA BRITO – Vamos começar a discussão falando que, diante de uma situação como esta, imaginamos que o problema nunca nos alcançará. E sabe por quê? Porque é a primeira reação diante de certas situações que podem nos colocar em risco imediato. Vêm a negação e o pensamento de que se trata de algo distante a nós mesmos. Vivemos algo parecido com a infecção pelo HIV, com o enfrentamento da aids no nosso Estado, que começou em 1983 e só foi debatido nacionalmente a partir da explosão dos casos em São Paulo, a partir de 1986. Naquele momento, parecia ser uma condição associada a homossexuais e que nada teria relação com a população em geral. As pessoas achavam que HIV/aids ficaria restrito a pessoas com comportamentos considerados desviantes, como as pessoas que usavam drogas injetáveis e os homossexuais masculinos. Óbvio que uma doença mediada pelo comportamento humano, que tem uma taxa de infectividade muito mais baixa, como o HIV, e que precisa ter trocas íntimas (para se manifestar), realmente demora a atingir uma outra parcela da população, que não inclui só aqueles considerados desviantes. No caso de infecção de transmissão respiratória, a história é uma outra. Este (SARS-CoV-2, causador da covid-19) é o sétimo coronavírus que circula no mundo. Quatro deles anteriores não causaram impacto algum na população. Outros dois foram importantes: o Sars-CoV, de 2002, que também afetou a China, e o Mers-CoV, de 2012. De lá para cá, o SARS-CoV-2 é o terceiro coronavírus de expansão populacional e que, desta vez, a expansão veio em proporções gigantescas que atingem todas as grandes aglomerações.

Leia também: Coronavírus: Pernambuco anuncia 1º caso de cura em mulher que foi infectada e envia à Alepe decreto de calamidade pública

JC – Foi um erro não ter cancelado o Carnaval no Brasil?

ANA BRITO – O que posso dizer é que, naquele momento (pré-Carnaval), a gente já tinha indícios que o cenário da Itália estava perdendo o controle. As autoridades italianas já apontavam para a necessidade de se fazer o que a China tinha feito. Como médica e epidemiologista com atuação na gestão em saúde e na pesquisa, eu sempre me preocupei com essas ocorrências de agravos inusitados. Então, isso me inquietou, e eu fiquei mais atenta ao fluxo daquela situação sanitária. Naquele momento, eu já dizia que o mundo precisava levantar as mãos e agradecer ao que transcendesse, considerando que esse vírus eclodiu num país de controle absoluto da população (China). Se esta epidemia do novo coronavírus tivesse eclodido em qualquer cidade dos Estados Unidos ou do Brasil, o mundo todo já estava infectado.

Leia também: Coronavírus: "Nunca vi algo igual a esta pandemia", diz infectologista do Huoc

JC – O que mais chama a sua atenção neste vírus sem precedentes na história da humanidade?

ANA BRITO - Impressiona o fato de o novo coronavírus ser extremamente infectivo. Ele tem mais capacidade de infectar outras pessoas do que outros vírus com os quais estamos acostumados a lidar, como o influenza. A capacidade de propagação dele é, em média, de três a quatro pessoas. Veja só a escala de infecção: se cada pessoa infecta de três a quatro, na mais modesta das contas, entre três e quatro outros indivíduos infectarão outras e por aí vai. Acontece que as pessoas, que são os vetores de infecção (os infectados), nem sempre desenvolvem sintomas; estão assintomáticas ou oligossintomáticas (condição em que os sinais se confundem com os de outras doenças). A pessoa tem uma dor de cabeça, febrícula e fica em casa um dia; ou até vai trabalhar, mesmo corizando, pois acredita que não está colocando em risco a vida de alguém. Se um grupo se infecta pelo novo coronavírus e tem sintomas, de 15% a 20% das pessoas podem precisar de assistência especializada. Se isso acontecesse ao longo do ano, ao longo do mês ou ao longo de meses, até seria controlável; chegariam dois ou três casos, e os serviços iriam ter tempo de ser organizar. Mas a demanda não tem sido assim.

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JC – Então, o impacto na Saúde Pública é maior do que se imagina?

ANA BRITO - O problema desta doença é a carga que ela impõe aos serviços de saúde. É uma doença aguda. Então, nesta evolução, ela vai demandar assistências médica e sanitária desproporcional à capacidade que esses serviços têm de atender. As medidas de Saúde Pública são para tentar garantir a proteção dos mais vulneráveis. Ao mesmo tempo, contudo, a doença traduz um certo nível de despreocupação para a população que acha que, como está menos vulnerável, um caso ou dois não farão tanta diferença. Mas são os menos vulneráveis que se tornam os vetores de disseminação, pois eles têm mais força física, energia e vitalidade. Eles estão em todos os espaços, não ficam quietos em casa. E estamos falando de um vírus que tem uma capacidade enorme de infectar novas pessoas. Além disso, a maioria das pessoas doentes não sabe que está infectada nem nunca saberá. Mas elas estão igualmente infectando outras pessoas.

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JC – Seria diferente do sarampo, cujos infectados quase sempre manifestam sintomas?

ANA BRITO – Sim, é diferente. Quando se entra em contato com o vírus do sarampo, a maioria das pessoas adoece, é tirada dos ambientes (onde estão outras pessoas). A expressão do sarampo leva naturalmente o indivíduo a se isolar socialmente. Como a pessoa é sintomática, não está descendo ou subindo pelo elevador, não vai à farmácia, ao supermercado, ao restaurante, nem pegando equipamentos na academia. No caso do novo coronavírus, é toda essa cadeia de disseminação que precisa ser impedida com o isolamento.

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JC - Se pensarmos num cenário de gravidade da doença do novo coronavírus, como ela se comporta?

ANA BRITO – De quatro a cinco dias, em média, de instalados os sintomas, especialmente os idosos a partir de 60 anos e que têm comorbidades (presença de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e câncer) evoluem para insuficiência respiratória grave. Isso significa que é preciso intubar essas pessoas. Então, a ventilação mecânica, na mais promissora das situações, fica de 15 a 20 dias com cada pessoa, ou até por mais tempo. Ou seja, se tivermos um aporte imenso de pessoas infectadas, haverá carga imensa de doença num curto espaço de tempo, precisando de um equipamento que não está em todos os lugares, e sim na UTI (unidade de terapia intensiva). Dessa maneira, é uma assistência médico-hospitalar bastante especializada e que precisa de um aporte grande de profissionais da área de saúde e equipamentos médicos. Nós não temos a quantidade de leitos de UTI e de retaguarda para dar conta de uma epidemia desta dimensão. Além disso, é preciso que haja uma observação da necessidade de isolamento social. Nós temos que parar de circular. Nós temos que ficar dentro de casa.

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JC – Será difícil o Sistema Único de Saúde (SUS) atender as demandas?

ANA BRITO – Primeiramente, é preciso ter uma rede forte de retaguarda de assistência ambulatorial e hospitalar articulada e sincronizada. A epidemia exige um sistema único de saúde que felizmente o Brasil tem, mas ele é insuficiente para dar conta dessa demanda por uma razão muito simples: a gente vem assistindo ao sucateamento do sistema, nos últimos anos, e o agravamento desse sucateamento com a PEC do Teto de Gastos Públicos (Proposta de Emenda à Constituição, do governo federal, que tem o objetivo de limitar o crescimento das despesas do governo). Essa PEC, com contingenciamento dos recursos da saúde por 25 anos, é um crime de lesa-pátria. Ou as autoridades políticas desse País descontingenciam esse recurso, de cerca de 20 bilhões de reais, ou nós não temos como enfrentar as consequências da covid-19. Nós já perdemos uma parte preciosa para o controle dessa epidemia, pois era para o governo ter, pelo menos, cancelado eventos importantes, por mais que isso trouxesse prejuízo econômico ao País. Não fizemos, no primeiro momento, também barreiras sanitárias nos aeroportos. A gente não fez sequer barreira das pessoas que estavam vindo da Itália e da China para o Brasil; deixamos essas pessoas entrarem livremente e circularem com vírus.

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JC – A pandemia trará impactos socioeconômicos. Como enfrentar esse colapso?

ANA BRITO – É importante criar um sistema de proteção social para a população mais carente, trabalhadores autônomos e pequenos comerciantes, com criação de linhas de créditos a juro zero ou negativo. O grupo que vai será mais afetado é o mais pobre, o que continua sendo exposto, que continua no meio da rua. Tem que fechar tudo mesmo. A cidade tem que parar, nós temos que parar, Pernambuco tem que parar, o Brasil tem que parar para se diminuir o sofrimento humano. O detalhe é que, para as pessoas pararem, elas precisam ter o mínimo de proteção para a sobrevivência. Já estamos assistindo a uma escalada do empobrecimento do Brasil em anos mais recentes. Então, é necessário que se tenha suporte para as pessoas não terem outro tipo de agravo sério, que é o transtorno mental. Como os governantes devem alertar a população sem que isso traga pânico? Então, é necessário ter uma linha de suporte à saúde mental, pois as pessoas entram em desespero. Isso a gente vê, no Recife, pelo desabastecimento de itens, como álcool em gel, mascaras, luvas e até de medicamento antimalárico que só foi utilizado em pacientes graves, em ambiente hospitalar, associado ao uso de antibióticos. O detalhe é que as pessoas se abastecem de forma desnecessária e esquecem que, se levarem tudo o que é produto, elas deixarão outras sem condições de adquirir os mesmos itens, contribuindo para o aumento de circulação do vírus. A gente tem que exercitar a solidariedade como uma forma de prevenção. Além disso, é necessário que haja transparência do governo na divulgação das informações, principalmente diante do momento em que vivemos, com as redes sociais e as fake news, que têm prestado um desserviço à população.

Leia também: O que significa uma pandemia e o que muda com a declaração da OMS sobre coronavírus

JC – Há uma luz de esperança?

ANA BRITO – Desta epidemia, a gente pode sair mais forte do que entrou se tomarmos consciência de que os problemas coletivos não dizem respeito a só uma parcela da população. No caso da covid-19, toda a população, indiscriminadamente e independentemente da idade, é suscetível ao vírus. Isso nos obriga a fazer uma reflexão sobre o nosso comportamento diante da vida, que tem o mesmo valor para mim e para a pessoa mais pobre da periferia do Recife. Precisamos ter esperança: vamos sair dessa travessia mais fortalecido e com menos sofrimento se entendermos que temos que parar; temos que parar mesmo. E temos que proteger aqueles que não podem parar, como profissionais da área de saúde, os fornecedores de alimentos e de todos os serviços essenciais.

GRATIDÃO: Em clima de despedida, Médica Cubana é homenageada pelo Prefeito de Umbuzeiro, na Paraíba

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22.11.18


O Prefeito Nivaldo Araújo, da cidade de Umbuzeiro, na Paraíba, realizou um evento junto com a equipe para homenagear e despedir da médica cubana Dra. Arletys pelos serviços prestados aquele município paraibano que fica divisa com o Estado de Pernambuco. Segundo o Gestor: "Agradeci a ela o carinho e a atenção com que tratou os umbuzeirenses, e lhe pedi desculpas em nome de meu país que não aprendeu retribuir o amor humano dispensado ao próximo. Boa sorte, Doutora. Muito obrigado". Disse o gestor em sua rede social. 
A despedida aconteceu na última terça feira dia (20).
A declaração do Gestor têm sido aprovada pelos moradores que foram atendidos pelos médicos cubanos nas unidades de saúde de Umbuzeiro. Em outra postagem no Facebook, o Prefeito Nivaldo fortalece a gratidão aos cubanos pelos serviços prestados: 
"Dr. Maikel Dubergel Sanchez e Dra. Arletys Pérez Matamoros, cubanos mais brasileiros do que muitos que aqui nasceram, recebam os agradecimentos e o reconhecimento do povo umbuzeirense pelo Humaníssimo cuidado com a saúde e com a vida desta nossa gente. Serão sempre lembrados como dois anjos cuidadosos em nosso município".Disse o Gestor.
A história do Mais médico no Brasil

O Mais Médicos é um programa lançado em 8 de julho de 2013 pelo Governo Dilma, cujo objetivo é suprir a carência de médicos nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades do Brasil. O programa levou 15 mil médicos para as áreas onde faltam profissionais.O formato da "importação" de médicos de outros países foi alvo de duras críticas de associações representativas da categoria, sociedade civil, estudantes da área da saúde e inclusive do Ministério Público do Trabalho.
 Em 14 de novembro de 2018, Cuba anunciou, por meio de uma nota divulgada pelo Ministério de Saúde local, a saída do programa Mais Médicos. Segundo o governo cubano, a retirada ocorreu devido ao anúncio, feito pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, de alterações que seriam realizadas nos termos de cooperação. Tais alterações incluíram o pagamento direto aos profissionais médicos disponibilizados por Cuba (e não por meio da Organização Pan-Americana de Saúde), liberdade e permissão para residir com sua família no Brasil e exigência da revalidação de diplomas no Brasil.

Com a retirada, cerca 8.556 médicos cubanos deixarão o programa

O Mais Médicos foi questionado pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) chamando ao questionamento da Ética uma vez que trata o assunto da assistência de base, que é próprio da Enfermagem e não do Médico, num mandado de segurança que esteve sob a relatoria do ministro do STF Marco Aurélio Mello. Além disso, o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), afirmou que vai pedir que o Ministério Público do Trabalho faça o acompanhamento do programa e dos profissionais que serão contratados pelo governo brasileiro quanto ao cumprimento da legislação. Ele também defende a realização do Revalida pelos médicos estrangeiros. O presidente do PSDB, o senador mineiro Aécio Neves criticou a Presidente Dilma Rousseff por ter vetado a emenda da oposição que estabelecia carreira específica para os profissionais do programa, através de concurso público, garantindo a eles progressão, e assegurando que os benefícios do programa fossem garantidos à população por longo prazo.


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